quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Butterfly - Kathryn Harvey






Autor(a): Kathryn Harvey
Título Original: Butterfly
Páginas: 520
Editora: Universo dos Livros
Classificação: 


Feliz 2013!!!

E começo 2013 atrasada com as resenhas e com as melhores leituras de 2012! É assim mesmo.

Vim postar o último livro que li em 2012. Comprei esse livro no dia 03/12 e terminei de lê-lo no dia 28/12...
Com esses 25 dias para ler um livro de 520, já dá pra imaginar o quanto sofri, certo?
Mas, como sempre, não desisti, e após muita preguiça, e esquecimento do livro dentro da bolsa, consegui terminá-lo e vou lhes contar um pouquinho sobre ele.

Butterfly da autora, que na verdade é Barbara Wood - ela usa o pseudônimo de Kathryn Harver para escrever essa trilogia (sim mais uma) - conseguiu me enganar do começo ao fim.
Não que a história seja tão misteriosa assim, ela não é, mas a sinopse te engana direitinho, e quando você pensa que vai achar uma razão para ela ter sido feita dessa forma, descobre que é pura balela.

Originalmente de 1988, na contra-capa, Butterfly diz que teremos a história de 3 mulheres que estão interligadas pelo serviço da casa Butterfly, acima da elegante loja de roupas masculinas da Rodeo Drive Fannelis.
O "serviço" em questão são homens que satisfazem os prazeres mais ocultos dessas mulheres ricas e poderosas em seus ramos de trabalho.
Seria basicamente um "bordel' feminino! rsrsrs

Ela começa com uma narrativa em terceira pessoa - amém - muito bem escrito, devo ressaltar, no que seria "os dias atuais", de 1988!!!!
E é aí que começa a enganação...
As tais três mulheres que frequentam o Butterfly é apenas um enchimento de páginas! Não que as personagens sejam ruins, de forma alguma. Houve vários momentos em que quis saber mais sobre a Jéssica, a Trudie e a Dra. Markus. 

Só que o mais importante ali não eram elas, mas sim Rachel e Danny.

A história deles começa nos anos 50 e durante esses mais de 30 anos, seguimos os passos deles na busca ao poder.
Danny é um homem totalmente desprovido de sentimentos bons, e após ler O Príncipe de Maquiavel - eu precisei citar isso, porque, não achei muito útil a forma como ela usou tal obra historiográfica na história ficcional dela! - lá vem a historiadora! - coloca na cabeça que chegará ao poder, e ele está preparado para pisar em cima de quem for para que isso aconteça.

Já Rachel busca uma riqueza exuberante para que possa acabar com Danny, já que ele lhe destruiu todos os sonhos de menina, a vendeu á um bordel no Texas, a fez abortar e quase morrer, além de tê-la feito ver o pior lado da vida, que já não era nada fácil.

E é essa história que comanda Butterfly.

Temos flashes, que são páginas e mais páginas, do passado, e passagens do presente.

Gostaria que a história tivesse mais sobre Jéssica, por exemplo, que era uma personagem forte, e que sofria do tipo de dominação nada boa no casamento.

Vou confessar que comprei o livro pensando que seria uma versão madura de 50 Tons, a busca constante da pessoa, mas quebrei a cara, porque esse livro não tem nada de hot.
As cenas de sexo são rápidas, mal escritas e é apenas um pouquinho de vinagre na salada sem graça.

A história de vingança entre Rachel e Danny é muito boa, e deveria ter sido apenas isso, e mais nada, porém, tentar sensualizar essa história foi um desastre!

Enrolei muito para ler, não lerei de novo e está na pilha de livros para o sebo!

Para se ter noção, essa leitura me cansou tanto, que só fui pegar em um novo livro ontem, mas essa nova leitura foi tão boa, que foram 270 páginas em uma noite.
Volto em breve com a resenha desse livro!

Enquanto isso, vou tentar fazer a retrospectiva dos melhores!

Beijos!

Taty

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Em Busca do Paraíso - Judith McNaught



Autor(a): Judith McNaught
Título Original: Paradise
Páginas: 784
Editora: Best Seller
Classificação: 




Ah Judith McNaught!
Sim, voltei com ela.
Já tem mais de um mês que devorei os livros dela que havia comprado. Então, aguardem, porque ainda falta uma última resenha.

Mas para dar uma quebra nos históricos, venho lhes apresentar "Em Busca do Paraíso", ou simplesmente, a história de Matt Farrel e Meredith Bancroft. Ou para simplificar ainda mais, a história da princesa e do plebeu. 

O livro é uma brisa em um dia quente de verão! rsrsrs
Além de ser gigante, tenho que confessar!

Sinopse:

Meredith Bancroft, de família rica e tradicional de Chicago, é criada pelo pai divorciado, um homem despótico e superprotetor, que a sufoca com proibições e exigências descabidas. E é num ato de rebelião que, no fim da adolescência, ela entrega sua virgindade a Matthew Farrell, oito anos mais velho, sem nenhuma projeção social, mas inteligente e determinado, por quem sente súbita e avassaladora atração. Essa única noite de paixão resulta numa inimaginada gravidez e desencadeia uma série de acontecimentos emocionantes que culminam com uma separação litigiosa e sofrida.
Onze anos mais tarde, num encontro ao acaso, os dois se vêem frente a frente, e daí por diante seus caminhos se cruzam e se tornam inseparáveis, assim como suas vidas, seus destinos, seu amor.



Então, só pela sinopse já dá para sentir o drama, agora, coloque todo esse drama que você sentiu e dobre-o! rsrs
É isso que Matt e Meredith passam.

Eu já sou fã declarada da McNaught, a escrita impecável, a construção dos personagens, as reviravoltas que ela cria, e claro, o nervoso que ela nos faz passar, fazem com que ela seja uma autora única!

Fico impressionada como ela consegue cria personagens masculinos tão maravilhosos!
E como não podia de ser, Meredith é uma mulher forte, apesar de achá-la bem submissa às vontades do pai! Claro que tem toda uma questão psicológica por trás, que thanks God, é superada!

Você fica suspirando com o que Matt faz e fala. Tudo bem que tem momentos que queremos dar uns petelecos nele, mas na Meredith também, e como! Só que sabe né? Sempre perdoamos esses deslizes!

O que me deixou nervosa, foi, ela escreveu 784 páginas e no fim correu muito! Queria muito mais de Matt Farrell!

Agora, hello Best Seller, que tal publicar os outros livros dessa série, hã?
É, porque, Em Busca do Paraíso, faz parte da série Segundas Oportunidades, que são quatro romances contemporâneos da Judith.

Temos ainda: 

Tudo por Amor
Sussurros da Noite
Todo Ar que Respiras

Esse Todo Ar que Respiras tem para vender - a "míseros" 59 dinheiros! - facada no coração - e ainda a Judith LINDA! Faz uma dedicatória pro cantor Michael Bublé - que eu AMO, AMO e AMO!

Não tive a oportunidade de comprar - como eu disse em outro post, os livros dela são MUITO caros! - mas estou doida pra ler.

Mais ainda o Tudo por Amor em que o Matt - lindo, fofo, TDB - aparece junto à Meredith.

É uma história que, apesar de ter quase 800 páginas, você lê rapidamente, não vou dizer que no começo eu sofri um pouquinho! Sofri, porque não somos apresentados aos devidos personagens de cara - com isso quero dizer que não somos apresentados à pessoa mais importante da história! hahahahah - mas quando ela começa, não pára, e você fica virando uma folha atrás da outra, mas aí, quando acaba, você sente um vazio! Uma saudade dos personagens!

E vai me dizer que livros assim não são bons?!
São maravilhosos!

Agora, eu ando enrolada com um lançamento, que daqui a pouco nem será mais lançamento! Estou há duas semanas com o livro! Tá complicado terminar!
Assim, é bem provável que eu volte com outra resenha, só não sei de qual livro, porque, como disse, estou ATRASADA!

#preguiçamodeon

Beijos,

Taty











sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Loucamente Sua - Rachel Gibson

Demorei, mas voltei! =)
E, pra mudar um pouco o foco dos seriados (que aliás ainda to devendo uma resenha), hoje vou falar de um livro.



Autor: Rachel Gibson
Título Original: Truly Madly Yours
Páginas: 343
Lançamento: 2012 - Brasil
Editora: Jardim dos Livros
Classificação: 


Hoje vou falar sobre um romance dessa autora americana que apesar de pouco conhecida no Brasil, faz grande sucesso lá fora.

Li apenas quatro livros da Rachel Gibson, da série Sex, Lies and Online Dating, dos quais apenas dois foram traduzidos e publicados por aqui (o segundo e o quarto, porque o povo aqui curte lançar uma série fora de ordem). Li todos em ebook e em inglês e adorei muito a série, recomendo de olhos fechados pra quem curte o estilo.  Por isso, esse ano, quando estive na Bienal de São Paulo com minhas amigas lindas e me disseram que tinha lançamento de livro novo da Rachel, não era série (porque gosto de ter séries completas, obviamente, e odeio ter que ficar caçando, ainda mais quando lançam fora de ordem) e tava barato (um era R$20, se comprasse dois – tinha o Sem Clima Para o Amor, da série que falei aí em cima, lá também – saía por R$15 cada), peguei o meu! 
Demorei a começar a ler porque, bem, eu sou uma leitora lerda hahahaha e tinha que ler um livro sobre a máfia para a minha apresentação de italiano primeiro. Finalmente mês passado peguei pra ler, já sabendo de algumas pessoas, inclusive da Taty, que apesar da história ser legal, a tradução não estava muito boa. Não precisei sair do primeiro capítulo pra perceber isso. A tradução não só não está muito boa, está PÉSSIMA! Assim mesmo, em caps lock! Ok, talvez eu seja um pouco mais chata que os outros porque fiz um curso de tradução, mas de todas as resenhas que li e das amigas que leram e comentaram, a opinião é a mesma: horror de tradução. 
Confesso que não conhecia a editora – Jardim das Letras -, mas por tratar-se de uma editora com stand na bienal, ainda que pequeno e escondido, e vários livros publicados, esperava algo mais bem feito. 
 Ah, como eu disse, não li os outros livros publicados aqui em português, mas parece que o problema não é só com esse. Os outros também tem uma tradução ruim e erros de revisão. 
Como aqui é pra fazer a resenha do livro, não me alongarei muito no quesito tradução, mas só pra vocês terem noção, uma das coisas que mais me incomodou foi a repetição excessiva de pronomes. Era “ele”, “ela”, “dela”, “dela” tipo 50x num parágrafo! Em inglês você não pode começar oração com verbo, tem que usar pronome, mas vamos dar a dica pra tradutora que em português você pode? Acho que ela não sabe. 
A tradutora também tem problemas em conjugar verbos. Podiam contar pra ela que nós temos mais tempos verbais em português do que em inglês, e que ela pode usar o pretério mais que perfeito de vez em quando. 
E que quando alguém não gosta “nem um pouco de você” é diferente de “nenhum pouco”. 
Fora as milhões de “notas de tradutor” no rodapé, em sua maioria inúteis, do tipo: “Era 4 de Julho” e na nota: *Dia da Independência dos Estados Unidos. Cê jura?! Primeiro que todo mundo sabe disso. E se não sabe, ia notar pelos acontecimentos seguintes. 

Bem, já notaram que a tradução me irritou bastante, né? 
Confesso que pensei em desistir e ler em inglês em ebook (acho que farei isso em algum momento no futuro), mas gastei meu dinheiro, mesmo sendo pouco, com isso, então fui persistente e terminei. Mas enviarei minha indignação para a editora e meu aviso a Rachel Gibson pelo Facebook de que estão acabando com os livros dela aqui. Humpf.


Vamos ao que interessa: a história.

Sinopse:

"De volta à sua cidadezinha Truly, em Idaho, EUA, a fim de atender ao funeral do seu padrasto Henry, a bela cabeleireira Delaney Shaw é surpreendida com uma cláusula do testamento dele: para receber a sua herança, ela deverá permanecer um ano inteiro na cidade e não ter  “contato sexual” algum com o bad boy Nick Allegrezza, filho bastardo de Henry. Acontece que, dez anos antes, ela e Nick viveram uma paixão, e embora ele seja um mulherengo incorrigível, a proximidade de ambos reacende a antiga chama.
Será Delaney capaz de resistir ao motoqueiro sexy de conversa fiada? Os sinos da igreja tocarão para este casal improvável?"

Começa que a sinopse não é muito correta, mas nem posso culpar a tradução, porque em inglês também ta assim. Eu explico.
A cidadezinha de Truly, Idaho, teve um prefeito e morador ilustre, Henry Shaw, que parecia ter a família perfeita com sua esposa. Porém um affair com uma mulher basca colocou tudo a perder quando ela foi até sua casa e, na frente de sua esposa, disse que o filho que acabara de ter era dele. 
Por mais que Henry negasse, e ele bem que tentou por anos, finalmente as semelhanças ficaram claras demais para que qualquer um acreditasse nele e sua mulher pediu o divórcio. 
Henry sempre quisera um filho, mas nem sonhara em assumir um filho metade basco. Ele casou de novo, com Gwen, que já tinha uma filha, Delaney, e tentou durante anos, ter um filho seu, acreditando que o problema era da primeira esposa. Mas quando finalmente viu que não teria sucesso, e descobriu-se doente e com pouco tempo de vida, escolheu a saída mais fácil.

Porém Henry, teimoso e dominador como era, continuou a controlar a vida das pessoas mesmo depois de morto. Deixou um testamento com cláusulas bem específicas e exigentes.
Para Delaney, sua enteada com quem cortara relações quando ela o desapontara e fora embora de Truly dez anos atrás, deixou várias propriedades e bens, no valor de 3 milhões de dólares, dinheiro com o qual ela poderia realizar seu sonho de abrir um chiquérrimo salão de cabeleireiros, mas com a condição de permanecer um ano na cidadezinha.
Para Nick, seu filho bastardo que ele hesitou quase a vida inteira em assumir e com quem só decidiu manter contato quando chegou a conclusão que não teria herdeiros - mas a essa altura Nick não queria migalhas do pai que passara anos negando sua paternidade e outros anos ignorando-o – Henry deixou duas propriedades grandes e valiosas, nas quais Nick poderia construir o que quisesse com sua grande empresa de construção, sob a condição de não ter relações sexuais com Delaney por um ano.
Obviamente as estipulações do velho deixaram todos em choque, e é claro que ele tinha seus motivos para acreditar que ambas as coisas seriam difíceis para os dois. 

Começamos o livro sabendo que Delaney e Nick tiveram um envolvimento no passado, mas somente vários capítulos depois sabemos exatamente o que aconteceu, que obviamente eu não vou contar né? 
Assim, por mais que Nick negue sua atração pela menina que “roubara” seu lugar como filho de Henry, notamos em flashbacks da infância todas as provocações entre eles, e com o tempo percebemos alguns significados por trás.
Delaney, que viveu em tantas cidades desde que saiu de Truly, não imagina como será passar um ano presa naquele lugar, onde as pessoas fofocam sobre sua vida e sabem tudo que acontece o tempo todo. Muito menos imagina como será conviver com Nick, depois de tudo que aconteceu.
Nick é um bad boy, um cara com o qual toda menina de família sabe que não deve se envolver. Porque Nick não tem relacionamentos. Ele tem mulheres com quem ele dorme quando está afim. Em algum motel, nunca em sua casa. E é assim que ele pretende continuar. 
Ele tem o cabelo na altura dos ombros e anda numa Harley, com suas Levi’s surradas e suas camisas de flanela, e Delaney acha que será fácil evitá-lo na cidadezinha. Mesmo quando ela resolve morar e trabalhar ao lado do escritório dele.
Claro que dá pra notar que essa convivência não será fácil e que esses dez anos de separação não diminuíram a atração que sentem um pelo outro e que obviamente cresce quando algo entre eles é proibido. Porque tudo que é proibido é mais gostoso, né?
Como eu disse, gosto muito das histórias da Rachel, ela sabe criar personagens fortes, com características peculiares e motivações plausíveis. Nada de mocinhas idiotas e inseguras, nada de gente que não sabe se decidir. 
É claro que as coisas não são fáceis entre eles, e não só por causa do testamento. A mãe de Nick sempre odiou Delaney, que “roubou” o que era de seu filho por direito, e a mãe de Delaney não quer Nick nem perto de sua casa depois do que fez com sua filha no passado. Fora isso, ainda temos bilhetes nada simpáticos sendo entregues na porta de Delaney deixando bem claro que ela não é bem vinda na cidade e deve ir embora de uma vez.
Então tirando a tradução que deixou a leitura sofrida, a história é boa, com situações divertidas de cidades pequenas, muita tensão sexual e, como todo bom romance, o final é fofo (destaque para o presente de Natal que o Nick dá a Delaney *___*). ^^

Não é o melhor livro da Rachel, pelo menos dentre os que eu li, até porque foi um dos primeiros dela, e sei lá, sempre acho que as pessoas melhoram com o tempo hahahaha 
Mas pra quem curte um romance, é uma boa dica. Se você suportar a tradução hahahahaha

Sério gente, vocês devem estar me achando repetitiva com isso, mas me marcou, de verdade. Nunca vi algo tão mal feito. >_<

Então fica aí a dica, mas pegue emprestado de alguém que tenha, ou melhor ainda, se puder leia em inglês. Acho que não vale o investimento.

Pra variar, eu não tenho poder de síntese e minha resenha ficou imensa. Um beijo pra quem chegou até aqui! =*

Fabíola

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Profundamente Sua - Sylvia Day





Autor(a): Sylvia Day
Título Original: Reflected in You
Páginas: 256
Lançamento: 2012 - Brasil
Editora: Paralela
Classificação: 


Eu ando em falta com as resenhas. E como!
Li Profundamente Sua, o segundo volume da Trilogia Crossfire, da autora Sylvia Day há umas duas semanas atrás e só agora a sem vergonha vem resenhar o livro!

Mas bem, vamos ao que interessa.
Gideon Cross está de volta, e aí, Gideon, só você mesmo pra fazer querer ler igual uma doida o próximo livro.
Não entendeu?
Bem, como vimos no primeiro livro da trilogia Toda Sua, Eva Trammel e Gideon Croos tem um "romance" carregado de erotismo, dependência, fantasmas pesados, obsessões e muita, mais muita vontade de fazer tudo dar certo.

Os ingredientes para o começo do livro são os mesmos do primeiro. Sexo, brigas, fantasmas do passado vindo dar um oi nada básico, confusões alheias que acabam refletindo no relacionamento, já pouco conturbado, dos dois.
Só que no decorrer, no qual eu senti que o primeiro foi muito melhor, você vai achando que vai ficar naquela mesmice, e até a narração do sexo é do mesmo modo.
Mais eis que Sylvia Day, como se tivesse acordado, faz com que a história torne-se intrigante, misteriosa e muito sedutora para os leitores.
Sim, ela conseguiu, mesmo achando que o livro estava fadado ao desastre, dar uma reviravolta tão maravilhosa, que você fica com uma vontade enorme de ler o terceiro.

O que mais gosto no casal, além do Gideon ser tudo de bom, maravilhoso, viril e tudo que um HOT man deve ter, é que eles tem consciência dos problemas que os rodeiam, tem consciência que precisam melhorar, juntos. E eles fazem isso acontecer, entendem? Não ficam como aqueles casais bestas esperando um milagre.

Eles são como uma droga um para o outro, se fazem mal e se fazem bem, e lutam para deixar todos os medos para trás, para que não atrapalhe o já conturbado relacionamento, e ver a força de Gideon a força da Eva, é muito impactante.

Palmas para a senhora Day, que consegue, mesmo com a narração em primeira pessoa, nos fazer ver um lado de Gideon que algumas vezes não conseguimos nos personagens masculinos por conta desse tipo de narração.
Mas, maiores palmas por ter conseguido fechar o segundo livro de forma tão brilhante e com gosto de quero mais, muito mais.

Se tiverem chance, leiam, não desistam, mesmo quando acharem que não vale continuar a leitura, qualquer coisa podem gritar comigo, porque Sylvia Day consegue mostrar que histórias eróticas podem ter conteúdo e  qualidade, sim, muito obrigada!

Ainda fico devendo três resenhas para vocês... Só isso! Fora o que já estou lendo!
Logo coloco em ordem!

Beijos,

Taty


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Alguém para Amar - Judith McNaught






Autor(a): Judith McNaught
Título Original: Almost Heaven
Páginas: 704
Lançamento: 2008- Brasil
Editora: Best Seller
Classificação: 



Agora eu posso voltar para as minhas leituras fofuchas! Deixando o mundo sado de lado - pelo menos por enquanto, porque, vocês viram o tanto de livros que tem sido lançado?! - me entreguei a uma leitura que tinha absoluta certeza, seria prazerosa, nervosa e muito satisfatória.

Afinal, qual livro da Judith McNaught até hoje não me fez sentir emoção, nervosismo e felicidade, hã?
Nenhum!
E não foi diferente com Alguém para Amar.


Eu amo esse título, acho ele lindo, forte e muito significativo! rsrsrs

Mas voltando, o pequeno livro de mais de 700 páginas conta a história de Ian Thornton e Elizabeth Cameron, e claro, todos os seus encontros e desencontros!


Vou colocar uma sinopse aqui porque eu vou me perder nas minhas adorações, certeza:


"Uma bela condessa de dezessete anos só podia estar destinada a brilhar na requintada sociedade de Londres. Mas Elizabeth Cameron era muito diferente das jovens de sua época. Órfã, havia sido criada longe dos salões londrinos e não sabia que ligações afetivas e financeiras frequentemente se entrelaçavam, em sutis arranjos de interesses.

Não por acaso sua festa de debutante resultou num verdadeiro escândalo: era ingénua demais para suspeitar de intrigas, impulsiva e imatura em excesso para lidar com Ian Thornton, um homem atraente, no entanto perigosamente hábil nos jogos sociais. Elizabeth apaixonou-se por ele à primeira vista e, da noite para o dia, viu todos os seus sonhos se desmancharem. A paixão que sentia foi transformada em pecado, seu amor tornado impossível.

Judith McNaught descreve com impressionante vigor e emoção o romance tumultuado de Elizabeth e Ian, alternando sensualidade, ternura, aventura e humor. Do riso às lágrimas, impossível não compactuar com os personagens inesquecíveis de Alguém para Amar, que é, sem dúvida, um irrecusável convite ao sonho."


Ahh Ian, como os homens descritos pela Judith são magníficos, de verdade!
O Ian é forte, atencioso, engraçado, apaixonado e tudo de bom que se pode dizer!
E eu preciso ir para a Escócia! Eu digo isso desde que um certo escocês apareceu em minha vida em 2007 - hauhauhau - mas depois de ler alguns livros com escoceses e depois de ter essa linda trajetória com o Ian, eu tenho absoluta certeza que meu marido se encontra em verdes terras! hahaha

A Elizabeth também é uma mulher de atitude, vão pensando!
Ela faz umas belas burradas, assim como o Ian, o que não seria um livro da Judith se não fosse assim, mas ela se mantêm firme, digna e muito perseverante! Adoro mocinhas assim, sem esse lenga-lenga - by Anastacia Steele!

Eu separei um trechinho para vocês, porque meu coração doeu com essa parte, foi tão, tão... Lindo!

"- Se estiver disposta a dar um passo à frente, minha querida, você poderá chorar em meus braços. E, enquanto isso, eu lhe direi o quanto lamento por tudo o que fiz... - Incapaz de esperar, estendeu os braços e apertou-a com força contra o peito - E quando eu terminar - sussurrou quando Elizabeth o enlaçou e começou a soluçar - você pode ajudar-me a procurar uma maneira de perdoar a mim mesmo."


Fala se não é lindo?! E ela também arrasa, devo dizer! 

Romance, mistério, intrigas, mais romance, mais intrigas e depois mais um montão de romance!
Os livros da Judith são os únicos que me deixam aflita! De verdade, quando as intrigas conseguem causar algo ruim pro casal eu fico tão nervosa e tão ansiosa pra saber o que vai acontecer, que o resultado é ler um livro de 700 páginas em dois dias e meio!


É a única autora com romances históricos que já li, e já confidenciei que não curto muito, esse negocio de demorar 500 dias pra chegar em um lugar e mais um ano pra receber uma correspondência me deixa nervosa! Mas a Judith consegue me fazer transpor todos as minhas loucuras e me acabar nas páginas.



Ainda vou ler a Julia Quinn que a Fabíola indicou, ainda mais agora que vão publicar alguns livros em português - povinho das editoras tudo lerdo!



Atrasei a resenha, tanto que já terminei de ler outro, então logo eu volto!



Beijos,



Taty


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Cinquenta Tons de Liberdade - E L James





Autor(a): E L James
Título Original: Fifty Shades Freed
Páginas: 544
Lançamento: 2012 - Brasil / 2011 - Eua
Editora: Intrisneca
Classificação: 



E chega ao fim a saga de Christian Grey e Ana Steele - ou melhor, Ana Grey - FINALMENTE!
O pior de trilogia, coleções, sagas e histórias afins, é ficar esperando o lançamento do próximo volume. De verdade.
Lembro o quanto eu endoidava com Harry Potter! hahaha

Mas então, voltando.
Após dar uma nova carga de ar no velho pulmão da literatura erótica, Cinquenta Tons fecha com o casal se casando.
Bem, isso era óbvio!
E assim, novos problemas surgem, além de um velhinho problema - Anastacia mala que nunca sabe o que realmente quer!

Gente, sério!
A mulher tem tudo no livro, um homem que de f*** em cinquenta tons, passou a ser carinhoso, amoroso, protetor, engraçado, tipo, tudo de bom! Apesar de continuar a ser um dominador enlouquecido - pausa para lembrar de uma parte do livro em que ele viaja de NY para Seatle apenas porque a esposa mudou os planos! - Christian Grey virou um outro personagem do primeiro ao terceiro livro.
Só que a Anastacia sempre quer mais e mais, oh mulherzinha chata! rsrsrs

Voltando.

Além de terem que se adaptar ao casório, temos Jack Hyde que quer porque quer dar um fim no Christian, o que ajuda apenas a deixar o senhor Grey mais controlador.

A linha de descrição sexual permanece, só que um pouquinho menos. Apesar de a cada 10 páginas os dois estarem se agarrando, não é tão descritiva como no primeiro livro, por exemplo.

Não tenho muito o que falar, é repetição dos outros livros só que agora o Christian diz "MINHA" a cada dez palavras. 

Agora, algo que eu gostei foi que temos um capítulo de Cinquenta tons de Christian, que seria basicamente o primeiro capítulo do primeiro livro só que narrado pelo senhor Grey.
O que me deixa pensando, seria ótimo termos essa história pela visão dele, porque sinceramente, ele foi o único personagem que cresceu, amadureceu e encantou nessa trilogia.
É por ele que as mulheres leram e leem este livro, então, é uma ideia delicinha que não duvido nada que saia do papel., já que, por exemplo, Belo Desastre terá uma versão da história pela visão do personagem masculino. - O que me deixou curiosa também.

Com esse término, deixou mais que claro que E L James leu muito romance de banca, porque a trilogia Cinquenta Tons é um romance de banca cumprido. O que as outras autoras demorariam um livro para fazer, ela fez em três, o que deu mais dinheiro pra ela e para a editora.

Quem leu até o segundo livro, leia o terceiro, é ótimo finalizar uma história, se você teve paciência pra ler os dois primeiros inteiros.
Mas, se você não leu o primeiro, nem o segundo, não perca sue dinheiro ou seu tempo.

Beijos,

Taty









quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O Escolhido - Sam Bourne




Autor(a): Sam Bourne
Título Original: The Chosen One
Páginas: 441
Lançamento: 2012 - Brasil / 2010 - Grã-Bretanha
Editora: Record
Classificação: 



Um ano depois, eu volto!
Desculpem a ausência, mas eu andei com uma preguiça literária, ENORME!
Além de ter lido um livro bem ruizinho, comecei outro que estava ótimo! - e que vou terminar e fazer resenha - mas tive que parar e correr para o abraço do Sam Bourne.
Eu AMO o Sam Bourne.
Ou mais precisamente, o jornalista Jonathan Fredland. Ele é um colunista do The Guardian e já escreveu dois livros sobre politica. Mas usando o pseudônimo, Sam Bourne, é que ele arrasa gente, de verdade.
Aqui no Brasil esse é o quarto livro publicado.
Sendo que na verdade, esse é o QUINTO e foi lançado em 2010!
Hello! Editora Record, vamos agilizar os lançamentos e lançar o quinto livro que está perdido aí!
As histórias dele sempre envolvem religião, pelo menos nos três primeiros que tivemos - O Código dos Justo, O Último Testamento e o Acerto Final.
O primeiro livro que eu li do autor foi O Acerto Final. E me apaixonei, porque bem, envolve segunda guerra, judeus, ONU, assassinato, conspirações e um advogado de matar qualquer uma! hahaha
Mas sério, o livro me pegou de tal jeito, que sempre que me pedem uma dica de livro bom no estilo, eu indico esse.
Depois comprei o Código dos Justos e por último o Último Testamento.
No livro o Último Testamento, Bourne usa como protagonista uma mulher. Maggie Costello é uma negociadora que está à caça do que poderia mudar toda a história dos Judeus.
Ai vem, os judeus.
Mas porque estou falando de um livro sendo que estou postando sobre outro?
Bom, Maggie Costello volta em O Escolhido, e não podia ter sido de um jeito melhor.

Depois de "quase" conseguir negociar a paz ao Oriente Médio, Maggie Costello está em Washington DC ao lado da esperança do mundo.
Sim, do mundo.
Pois Stephen Baker, o novo presidente dos Estados Unidos, não é apenas a esperança de mudanças no país, mas para o mundo inteiro.
Denominado como um politico transparente, jovem, capaz e totalmente diferente dos demais, Baker conseguiu sair do anonimato para a presidência do maior país do mundo, com a ajuda de Maggie e de uma equipe Democrata - helllooooo Obama - que fez com que o mundo acreditasse que mudanças iriam acontecer.
Mas apenas dois meses após sua posse, um tal de Vic Forbes aparece dizendo que possui segredos que podem destruir o tão transparente politico, e ele está disposto a acabar com a carreira politica do então presidente.
Após soltar duas histórias que balançaram e muito a popularidade do presidente, e que já começara a colocar em risco sua presidência, Forbes diz que há um último grande segredo e que ele irá revelar em breve. Mas antes que isso aconteça, ele aparece morto em sua casa.
Tudo indica que foi suicídio, mas, estranho, não? O cara tinha o grande segredo do presidente dos Estados Unidos e do nada, se suicida?
Eis que entra em ação Costello, após ser demitida das Relações Externas por chamar o chefe de Defesa de I-D-I-O-T-A, ela é a única que pode salvar o politico a qual ela acreditou. O homem a qual ela ajudou à chegar ao poder. E essa caça pela verdade não será fácil.
Quem matou Vic Forbes?
Qual era o grande segredo que ele iria revelar?
Como salvar a presidência de Impeachment?

A mulher viaja pra Nova Orleans - que adorei ver a descrição do Bourne pós-Katrina - Idaho, Nova York e Washington - duas vezes - em menos de uma semana.
Fora que, óbvio, ela está sendo seguida, e ninguém, absolutamente ninguém, pode saber que ela está ajudando o presidente.

Então, dá para perceber que o livro é da primeira à última palavra pura adrenalina!
Eu não li esse livro, eu DEVOREI!

Sem judeus dessa vez, rsrsrs, o que mostra que Bourne pode escrever o que bem entender, porque o cara é FANTÁSTICO!
Sim, babo pra narração do cara, pra criatividade, para os personagens, para a história, para TUDO!
AMO, AMO E AMO!

Foi legal ler esse livro e terminá-lo no dia da votação para o "novo" presidente dos Estados Unidos.
Ver os bastidores dessa politica é muito legal, eu adoro!

Se você quer um livro bom, com uma tradução decente - os livros da Record são caros de enfiar a faca no peito, mas o material do livro bem como a tradução são ótimos - com uma história empolgante, envolvente e que te deixe roendo as unhas ao virar e virar as páginas, bem, não apenas O Escolhido, mas qualquer um dos livros do Sam Bourne, com certeza irão fazer isso com você.

Esse é queridinho, não dou, não empresto, não vendo! hahaha

Na próxima, finalmente!, o fim da trilogia Cinquenta Tons. Mas vou começar a ler atrasadinha porque tenho que estudar!

Beijos!

Taty